jan 232015
 

Excelente artigo sobre gestão do conhecimento, área que a informática tende a atuar no momento e ganhar ainda mais corpo em breve futuro.

Escrito por Annor da Silva Júnior, Caio Eduardo de Guido Polizel e Priscilla de Oliveira Martins da Silva, publicado na Revista Brasileira de Gestão de Negócios, em 2011, o artigo:

“Fatores Críticos de Sucesso para a Gestão do Conhecimento em uma Instituição de Educação Superior Privada” traz vários pontos de interesse para quem pretende atuar na área.

Leia o artigo.

 

set 232014
 

Rede_SemânticaMuito se fala, e já há bastante tempo, sobre web semântica.

A coisa ficou tão popular que até nossos clientes pedem produtos “semânticos”…

Mas o que vem a ser isso?

Antes, vamos tratar do que é propriamente semântica:

 

Semântica está relacionada com o idioma, com a linguística. Como comparativo: enquanto a gramática estuda as regras de determinado idioma, enquanto a ortografia estuda a forma correta de escrever (representar) cada vocábulo deste idioma, a semântica se ocupa do sentido das palavras, do que querem dizer.

Assim, como em programação usamos uma linguagem, de máquina é verdade, mas ainda assim uma linguagem, programar de modo semântico e usar cada elemento daquele linguagem para o fim que ele foi criado, respeitando seu sentido, sua semântica.

Para ilustrar: Nos primórdios da web cada página era escrita na unha, um site com várias páginas tinha cada uma elas escritas no braço, era basicamente só HTML, e, nesta época, criativamente usávamos tabelas <table></table> para marcar a diagramação, assim, cada elemento na tela correspondia a uma célula , ou grupo de células, de tabela.

Com o CSS e as DIV, tal prática restou há muito ultrapassada, bem, nem tanto, ainda há muitos sites que usam tabelas para diagramar seu conteúdo.

Assim, programar de modo semântico, usando o HTML como exemplo, ok, eu sei que é linguagem de marcação e não programação, mas serve de exemplo, é usar cada coisa em seu sentido literal, ou seja, a tag <table> deve mesmo se referir a uma tabela, o parágrafo a parágrafo, a label a uma etiqueta e assim por diante.

É isso.

Para aqueles que gostam de saber um pouquinho mais:

Programar (ou marcar) de modo semântico é essencial para a internet atual por motivos diversos, tratemos de apenas dois:

Leitores de tela. Sim, há pessoas com deficiência visual que dependem dos leitores de tela para navegar na web, se marcar sua página de modo a contrariar a semântica, seus sites serão inacessíveis. Não me parece uma boa ideia.

Web Dinâmica: creio que já não existam mais páginas estáticas na web, todas são geradas dinamicamente, e convenhamos, gerar páginas através de linguagem de programação de modo não semântico é, pelo menos, umas 30 vezes mais trabalhoso, assim, pelo bem do seu trabalho, seja semântico no momento da programação.

Para ficar ainda melhor entendido, a semântica, como área de estudo, analisa as palavras de três modos:

Sinomínia: Quando palavras distintas tem o mesmo significado:

  • A garota recusou o presente.
  • A menina não quis o presente.
  • A mocinha rejeitou o presente.

No caso, as três frases, alterando palavras, mantém o mesmo sentido, assim garota, menina e mocinha e recusou, não quis e rejeitou, cada qual em seu grupo, mantém sinomínia semântica;

Antonímia:

  • A menina aceitou o presente.
  • A velha rejeitou o presente.

No caso, tanto menina x velha como aceitou x rejeitou são antônimos, possuem significados antagônicos.

Homonímia (ou Polissemia):

Aqui a coisa complica. São por estas particularidades do idioma que ainda é difícil programar máquinas para compreenderem a linguagem natural:

  • A menina chutou a bola;
  • A menina deu bola para o rapaz;

A mesma palavra (bola) adquire sentido completamente diverso a depender do contexto.

Encerramos por aqui com a esperança de ter ajudado um pouco na compreensão da semântica, claro que longe de esgotar o assunto, porém, com o aviso: o domínio da semântica é essencial para os profissionais da informática, especialmente se pensamos em partir para a inteligência artificial.

Recomendamos para iniciar: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sem%C3%A2ntica

É isso, de novo!

ago 292014
 

Um algoritimo é fácil de entender (só que não…), no caso, aproximadas 40 variáveis, modificadas de forma precisa, transformam uma imagem de dia para noite em um clique, de verão para inverno e muito mais.

teaser400ppi

 

 

Excelente ideia, pena que não encontrei o algorítimo para estudá-lo, mas alguns detalhes podem ser obtidos na página: https://news.brown.edu/articles/2014/08/photo.

 

 

ago 292014
 

Pense naquela cena de câmera de segurança, onde duas pessoas conversam ao longe, perto delas há um saco de lixo e, pelas imagens (sem som, é claro) pela vibração deste plástico perto, a máquina recria o som e ouvimos a conversa!

Ficção? Não, bem, quase não.

Com esta cena, de baixa qualidade, ainda não é possível extrair o som, porém, quando a imagem apresenta uma qualidade maior, ou é gravada com câmeras de alta qualidade, pesquisadores do MIT conseguiram recriar o som, usando somente as imagens. A tecnologia, ainda experimental, certamente será uma nova arma investigativa em breve.

Mais tecnologia, menos privacidade!

Veja o vídeo para entender melhor:
 

set 282013
 

Quanto devo cobrar por um programa de computador?

Recebemos este questionamento com frequência, porém muitos fatores estão envolvidos na resposta para que seja simples e precisa.

Grosso modo, calcule a R$100,00 a hora, multiplicado (por óbvio) pelo número de horas que calcula despender no projeto.

Contudo, tal formuleta não expressa bem todas as nuances da precificação do desenvolvimento de software. Para ajudar os colegas nesta importante questão (quanto cobrar por seu trabalho!), disponibilizamos o documento que utilizamos para explicar a clientes e colaboradores como precificar de forma mais elaborada um programa de computador, contemplando os vários aspectos do desenvolvimento.

O texto é longo, contudo, cremos valer a pena para quem atua na área ou mesmo pretende, como cliente, contratar serviços.

Seus comentários serão sempre bem vindos.

Leia no Iframe abaixo ou direto no Google Docs.

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jan 022011
 

O CAUSO:

Em uma das organizações onde presto serviço vislumbramos problemas futuros e emergentes acerca da gestão do conhecimento.

Nos próximos três anos temos um contingente significativo de servidores que implementarão condições para a aposentadoria, gerando a seguinte situação:

Cultura da organização, a centralização de traefas e procedimentos, ou seja: Precisamos realizar o procedimento X, -Ah!, esse é o Zé que faz!.

Pois bem, com a aposentadoria do zé, quem irá fazer? Continue reading »