jan 062015
 

Preloader são aqueles gis animados, tipo a ampulheta do Windows, que acabam sendo muito úteis em aplicações AJAX para alertar o usuário que a requisição está em processo.

Vagando pela rede, encontramos o site preloader.net que oferece vários modelos, muitos formatos, com possibilidade de personalização de cores, fundos etc.

Vale a pena conferir:

 

preloader

dez 032014
 

No mysql:

INSERT:
Inserindo dados em uma tabela com dados de outra tabela, onde o campo competência é fixo para todos os inserts:

INSERT INTO 999_final(ol,tipo,competencia) 
SELECT ol,aps_porte,'2014-12-01' AS competencia 
FROM 100_aps;

UPDATE:

Atualizar dados de uma tabela com dados de outra tabela:

UPDATE 999_final, 300_servidores
SET 999_final.servidores=300_servidores.servidores
WHERE 300_servidores.ol=999_final.ol AND 300_servidores.competencia=999_final.competencia

JOIN:

INNER JOIN com mais de um campo:

SELECT *
FROM `300_servidores`
INNER JOIN 999_final
ON ((300_servidores.ol=999_final.ol)AND(300_servidores.competencia=999_final.competencia))
 
#exemplo2:
 
SELECT 300_servidores.servidores,999_final.servidores
FROM 300_servidores
INNER JOIN 999_final
ON ((300_servidores.ol=999_final.ol)AND(300_servidores.competencia=999_final.competencia))

 

 

 

INNER JOIN com mais de um campo na junção:

dez 012014
 

Pois bem, para eliminar itens duplicados de um array unidimensional o comando array_unique() do PHP resolve perfeitamente, contudo, quando torna-se necessário realizar a operação com array multidimensionais (bi no caso) são necessários alguns truques.

Na lista quatro soluções com resultados idênticos e mesmo benckmarking:

<?php
 
 
$teste[0][0] = 'abc';
$teste[0][1] = 'def';
$teste[1][0] = 'ghi';
$teste[1][1] = 'jkl';
$teste[2][0] = 'mno';
$teste[2][1] = 'pql';
$teste[3][0] = 'abc';
$teste[3][1] = 'def';
$teste[4][0] = 'ghi';
$teste[4][1] = 'jkl';
$teste[5][0] = 'mno';
$teste[5][1] = 'pql';
$teste[6][0] = 'mno';
$teste[6][1] = 'pql';
$teste[7][0] = 'abc';
$teste[7][1] = 'va-kh';
 
 
print_r($teste);
 
//processamento de eliminação de duplicatas em array bidimensional:
 
 
 
	echo "<p>teste1</p>";
	$teste1 = multi2($teste);
	print_r($teste1);
 
 
 
echo "<p>teste2</p>";
$teste2=multi_unique($teste);
print_r($teste2);
 
 
echo "<p>teste3</p>";
$teste3=array_unique_multidimensional($teste);
print_r($teste3);
 
 
echo "<p>teste4</p>";
$teste4=multi3($teste);
print_r($teste4);
 
 
 
 
//------------------------------------------------------------------------------------------
function multi3($a)
{
foreach($a as $i => $suba)
    foreach($a as $i2 => $suba2)
        if($suba==$suba2 && $i!=$i2)
            unset($a[$i]);
return $a;
			}
 
function multi_unique($array) {
        foreach ($array as $k=>$na)
            $new[$k] = serialize($na);
        $uniq = array_unique($new);
        foreach($uniq as $k=>$ser)
            $new1[$k] = unserialize($ser);
        return ($new1);
		//from php.net , searching array_unique
    }
 
function array_unique_multidimensional($input)
{
    $serialized = array_map('serialize', $input);
    $unique = array_unique($serialized);
    return array_intersect_key($input, $unique);
}
 
function multi2($teste)
{
return array_map("unserialize", array_unique(array_map("serialize", $teste)));
}
?>

 

 

nov 022014
 

Muito bem, direto ao problema:

Qual codificação de caracteres utilizar em seus aplicativos? Qual o Charset ideal?

Se usa algum framework, como Bootstrap e ou jQuery por exemplo, melhor usar UTF-8. Na Academia nosso padrão é UTF-8 sem BOM.

Porém, a maioria dos windows usa o padrão ISO 8859-1, causando os transtornos das imagens abaixo quando alguma de nossas configurações foi esquecida (em especial no Internet Explorer):

Capturar

Na imagem, a tela da mesma aplicação no Firefox é interpretada corretamente como UTF-8, O mesmo no Chrome, já no I.E…..aparece desconfigurado.

Cabe apontar que a página HTML informa corretamente a codificação:

html

Porém, nada feito! o I.E. Não reconhece….

E aqui mais uma dica, a declaração de charset deve estar dentre as primeiras no HEAD, na Academia por padrão usamos como a primeira, pois esta declaração deve estar dentre os primeiros 1024 bytes do arquivo, registrando a dica: Evite comentários demasiados no início do HTML, mais pode ser visto em: http://www.w3.org/International/questions/qa-html-encoding-declarations.en

A solução?

Usar um “hack” nos arquivos PHP, no início de cada arquivo PHP que retorna conteúdo utilizamos (também por padrão) a declaração:

header('Content-Type: text/html; charset=UTF-8');

Tal comando não necessária precisa estar no início do arquivo (o fazemos por questões de padronização).

E quanto ao UTF-8 com ou sem BOM?

O BOM, ou Byte Order Mark é um conjunto de caracteres enviados no início de cada arquivo codificado em UTF-8 com BOM. Tal conjunto tem utilidade no UTF-16 ou 32, sendo inútil no 8. Além de inútil ainda traz alguns problemas: com o BOM não é possível utilizar os comandos header do PHP, além de provocar retornos indevidos em aplicações AJAX, como na imagem abaixo (aliás, estes caracteres são o BOM…):

Byte Order Mark

 

Então, o resumo de como padronizamos cá na Academia, evitando muitos problemas:

  1. Todos os nossos editores de texto e IDE são configurados para adotar o UTF-8 sem BOM como padrão.
  2.  Todos os arquivos HTML tem a declaração de charset no início do Header, dentro do limite de 1024 bytes;
  3. Todos os arquivos PHP que retornam algum HTML tem a declaração  “header(…” no início do arquivo;
  4. Os bancos de dados são configurados como collation UTF-8 general_ci (no caso do MySQL).

Isto feito, raramente terá problemas com os malditos charset, principalmente no I.E..

É isso, até a próxima.

out 272014
 

O problema:

Temos um formulário que deve ser aberto para a edição, sendo que os dados são populados para o form via jQuery/AJAX/PHP/Mysql.
Resta um problema nos selects, como selecionar a option correta, de acordo com o que está armazenado no banco de dados?

A solução:

$("#eixo option:contains('"+valor_que_vem_do_banco+"')").attr('selected',true);

Pronto, a option que contém o valor que veio do banco será selecionada no Select indicado.

out 262014
 

O problema:

Temos uma aplicação com um form bastante complexo que, quando aberto para edição, preenche os dados via AJAX e, conforme for o resultado do AJAX e as permissões do usuários, ações possíveis são habilitadas.

O código usado (inicialmente):

$( document ).ready(function() {
 
	preenche_form();
	exibe_botoes();
	preenche_tema($('#acao_eixo'));
});

Porém, ocorre o seguinte: A função preenche_form(), que realiza a consulta via AJAX demora mais que as outras, assim, a função exibe_botoes() é executada antes do preenchimento do form, gerando um resultado indesejado pois, para habilitar os botões corretos, a exibe_form() depende do preenchimento da preenche_form().

Os botões a serem habilitados (um conjunto conforme o status preenchido no form pela função preenche_form()):

botoes

 

Num primeiro momento tentamos usar a função ‘when‘ do jQuery:

$( document ).ready(function() {
 
	$.when(preenche_form()).done(function(){exibe_botoes();});
 
         preenche_tema($('#acao_eixo'));
});

Porém, também não funcionou.

Resta então apresentar alguma teoria, estudar um pouco para compreender a solução:

jQuery e AJAX funcionam de forma assíncrona, ou seja, por óbvio, sem sincronia. É o que acontece no caso em comento, é chamada a função que preenche o formulário e, antes desta terminar, a aplicação já chama a segunda que habilita os botões, porém, esta segunda depende do resultado da primeira, assim, o negócio simplesmente não funciona, nenhum botão da aplicação é habilitado nunca, pois a segunda função não tem parâmetros para trabalhar.

Assim, é necessário alterar o comportamento padrão do jQuery, ou seja, torná-lo síncrono, com execução em sequência, aguardando o término da primeira função para só então executar a segunda.

E aqui mais um pouco de aprendizado:

O jQuery tem funções de categoria “Deferreds”, ou diferidas, adiadas. Mas o que isso significa na prática?

Quando uma função desse tipo é chamada, normalmente as de execução mais demorada, a função retorna uma “promise”, ou promessa, de que irá concluir em algum momento, porém, o programa não espera e, enquanto aguarda o “cumprimento da promessa” já vai chamando as funções seguintes. Tá aí a execução assíncrona.

Como exemplos de função “deferred” temos o $.ajax e $.animate.

As funções que criamos, como as do exemplo, em regra não são do tipo deferred, assim, usar when com estas funções, não vai dar resultado algum, vai continuar sendo executado “tudo junto”.

Aliás, a função when existe justamente para que possamos, conforme a necessidade de nossa aplicação, executar funções de forma encadeada, ou seja, assim que esta terminar, execute esta….

Com uma leve pincelada de compreensão de como funciona o trem, podemos concluir então que não tem jeito, certo?

Errado!

O jQuery oferece ferramentas para transformarmos qualquer função comum no tipo deferred.

Vamos a como fazer:

Na função preenche_form() incluímos as funções Deferred, promise e resolve:

function preenche_form()
{
     atrasa=new $.Deferred(); //avisa que é uma função do tipo diferido, mesmo que originalmente não fosse
 
     //seu código
 
     atrasa.resolve(); //avisa que a função terminou, coloque no ponto em que as ações terminam (pode ser usado mais de um...)
 
     //seu código
 
     return atrasa.promise(); //envia a promessa que vai terminar alguma hora
};

 

É isso, problema resolvido, em, breve um modelinho funcional.

Um pouco de história:

Outros meios de se fazer a mesma coisa é com callbacks, ou seja, encadear as funções de modo a executar uma por vez, comprometendo a performance. Outro método um pouco menos pior, era usar Timeouts nas funções, ou loops que eram executados enquanto a função não terminava. O when certamente é uma solução mais elegante.

 

 

out 252014
 

Muito bem, usamos o Chrome pelo seu excelente console para testes Javascript (acho mais fácil que o do FireBug).

Porém, de uns tempos para cá o Chrome, no Windows 7, para quem fontes da família Helvética instalada, não renderiza corretamente as páginas, exibindo aqueles caracteres estranhosos.

A solução oferecida: desinstalar as fontes, porém, elas são usadas por outras aplicações e, convenhamos, ter que desinstalar fontes por conta de falha do aplicativo? Melhor seria a Google corrigir logo. Enquanto não faz, as dicas:

Tem o problema quem: Tem fontes Helvética Instaladas (neue, sanskrit, a original…), usa Windows 7, tem o Chrome atualizado (parece que foi uma atualização em meados de Julho/2014 que causou a falha) e tenta acessar sites que usam a fonte Helvética (ou família) como padrão. O Chrome simplesmente não renderiza corretamente, independente da configuração de codificação (UTF-8 etc.).

Páginas como Facebook, Pinterest e até do próprio Google, que usam a fonte Helvética aparecem assim:

Pinterest

Pinterest

Facebook

Facebook

O Próprio Google...

O Próprio Google…

 

Para solucionar, instale o complemento StyleBot no Chrome (link para: https://chrome.google.com/webstore/detail/stylebot/oiaejidbmkiecgbjeifoejpgmdaleoha).

chrome4

 

Em seguida cole no aplicativo o arquivo CSS abaixo:

@font-face {
font-family: Helvetica;
src: local('Arial');
}
@font-face {
font-family: "Helvetica Neue";
src: local('Arial');
}
@font-face {
font-family: 'Helvetica Neue Custom';
src: local('Arial');
}
@font-face {
font-family: Helvetica;
font-weight: bold;
font-weight: 700;
src: local('Arial');
}
@font-face {
font-family: "Helvetica Neue";
font-weight: bold;
font-weight: 700;
src: local('Arial');
}
@font-face {
font-family: "Helvetica Neue Custom";
font-weight: bold;
font-weight: 700;
src: local('Arial');
}

Pronto, o Chrome agora, através do complemento, substituirá a família Helvética pela Arial e tudo volta ao normal.

 

A dica foi vista no vídeo do canal Ch-Ch-Check It, e pode ser conferido abaixo, se gostou não deixe de dar o “like” no vídeo do colega (em inglês):

 

 

É isso, até a próxima!